Revista Criança Cidadã - Matérias

Professores OCC (parte 1)

Edição 24 - Setembro/Dezembro 2017

- Lídia Oliveira

O amor pela música está presente na vida da professora de flauta doce do Núcleo do Coque, Lídia Oliveira, desde pequena. Com apenas 15 dias de nascida, a educadora já estava no ensaio do coro da igreja com a mãe, a bacharela em Música Sacra Ester Moraes. Na infância, chegou a ter aulas de piano com um amigo da família. Já o aprendizado de flauta veio aos sete anos de idade. A primeira formação profissional voltada à música ocorreu no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB), em 1994, no mesmo curso feito pela mãe.

Em 2001, foi a vez de concluir a Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mas dando ênfase aos estudos de flauta doce. “A flauta doce foi meu instrumento auxiliar na UFPE, e depois de formada, voltei novamente ao Departamento de Música, para estudar mais a flauta, com a professora Daniele Cruz”, revela. Como forma de retribuir o conhecimento adquirido, Lídia lecionou entre 1995 e 2012 no STBNB.

Em paralelo com o trabalho na Orquestra, também ensinou flauta doce às crianças da sede da Associação Beneficente Criança Cidadã, de 2007 a 2011. “Sempre quis participar de algum projeto social, mas nunca pude porque, em geral, são ações voluntárias. Aí essa oportunidade na Orquestra, em 2006, veio a calhar. Digo que foi um presente de Deus na minha vida. Hoje, falo com muito orgulho que vivo do que eu gosto”, complementa.

As aulas de flauta doce na OCC ocorrem às terças e quartas. Todos os alunos passam pelo aprendizado de flauta doce por ser uma matéria que faz parte da grade curricular de musicalização. Segundo a educadora, as crianças costumam se encantar com o instrumento, visto como um dos mais acessíveis. “A maior prova de que eles gostam é que muitos deles sempre estão na sala de forma espontânea.” Sob sua condução também está o grupo Sonoru’s, conjunto representativo de flautas doces da Orquestra. (HN)

Confira outras edições