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19/outubro/2010

Uma nova chance para jovens com deficiência

Instituição ajuda 231 crianças e adolescentes portadores de necessidades especiais

Pelo JC Online/ Atitude Cidada
PESQUEIRA – Trabalho desenvolvido por uma Organização Não-Governamental nesta cidade do Agreste pernambucano tem melhorado a vida de portadores de necessidades especiais na região. Fundada em 2003, a Associação Portadores de Direitos Especiais (Pode) atende atualmente 231 crianças e adolescentes com diversos tipos de limitações. Com equipamentos adequados e estrutura que conta, entre outros itens, com piscina aquecida e coberta para aulas de hidroterapia, a associação tem dado um novo rumo aos pacientes e suas famílias.

Duas vezes por semana, os pacientes desenvolvem várias atividades terapêuticas, inclusive com música, o que permitiu a formação da banda Super Ação. “O grupo se apresenta em festividades e eventos locais. A próxima apresentação será na Semana de Ciência e Tecnologia do Instituto Federal de Educação Tecnológica”, diz o professor de música Renato Pessoa Lins.

Na associação, são atendidos crianças e adolescentes com diversos tipos de patologias, como: lesão cerebral, hidrocefalia, microcefalia, distrofia muscular, síndrome de Down, síndrome de West, síndrome de Pierre Roubien, síndrome de Moebius, autismo e deficiência intelectual.
A instituição, coordenada pelo padre Bartolomeo Berguese, é mantida pela Diocese de Pesqueira e sobrevive por meio de doações, vindas inclusive do exterior.

Os trabalhos são desenvolvidos num espaço amplo, onde existem vários blocos, anexo ao Seminário São José. A estrutura e os equipamentos são raridade na a região.

A proposta é dar apoio psicológico, pedagógico e terapêutico com habilitação, reabilitação e assistência às famílias. Para isso, existem espaços para estimulação sensorial e da mobilidade. Também são desenvolvidas atividades como arte terapia, informática, música, hidroterapia e recreação aquática.

REGIÃO
Além de Pesqueira, o espaço recebe pacientes de várias cidades da região. A dona de casa Leide Doramin Rodrigues, 22, mora na aldeia indígena Xucuru e leva cerca de uma hora para chegar à associação, mas está satisfeita.

“Meu filho tem distrofia muscular e estou adorando o trabalho. Só tem esse tipo de tratamento em Recife e eu não teria condições de fazer”, diz. A instituição foi criada depois que uma pesquisa revelou que, somente em Pesqueira, existiam mais de 200 crianças e adolescentes portadores de necessidades.

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