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06/dezembro/2016

Alunos do Espaço Criança Cidadã se apresentam em recital de flauta doce

Familiares puderam acompanhar desempenho dos educandos nessa segunda-feira (5)

Houldine Nascimento
Conhecido instrumento de sopro, a flauta doce tem sido a porta de entrada de vários alunos do Espaço Cultural e Esportivo Criança Cidadã no mundo da música. Há três meses, um grupo de 30 educandos começou o aprendizado de técnicas que envolvem o manuseio do instrumento. Nessa segunda-feira (5), muitos tiveram a oportunidade de se apresentar em público pela primeira vez, em recital na sede da Associação Beneficente Criança Cidadã (ABCC), no Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

O encontro serviu para avaliar o que foi visto em sala de aula até agora. Familiares de alunos também prestigiaram o recital conduzido pela professora de flauta doce, Rebeka Muniz, que fala sobre o significado do evento. "A gente pensou no recital para os alunos mostrarem às famílias o que eles estão fazendo aqui no projeto. Também é importante para eles se acostumarem a se apresentar em público porque essa é a função do músico. Com isso, as crianças sentem as reações, o nervosismo, os aplausos, que são resultado do nosso trabalho", pontua.

O método de ensino utilizado é o de Elvira Drummond, voltado a iniciantes. No repertório, músicas que permeiam o universo infantil, como "Lé com lé", "Troca troca" e "Chove chuva". Uma das alunas, a pequena Emilly Gabriely, 10 anos, apresentou notas musicais de "A Casinha da vovó" e "O índio e o tambor". Ela avalia o período de aprendizado de forma positiva. "Achei bastante legal, aprendi várias músicas e aprender flauta era um sonho", comenta.

Outra educanda é Viviane Gomes, 11 anos, que conta como se interessou pela flauta. "Eu sentia vontade de tocar flauta. Cheguei na professora e pedi para ela me ensinar. Inscrevi meu nome e comecei a participar. Tem hora que ela pede disciplina, mas é para o nosso bem. A gente também brinca muito. É bom", revela. Avó de Viviane, dona Maria da Conceição elogia as ações desenvolvidas pelo projeto. "Eles aprendem tudo aqui: violino, judô, etc. As aulas são maravilhosas. Ela [Viviane], inclusive, foi alfabetizada no Espaço", pontua.

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